PRÉ-CANDIDATA, FLAVINHA DEFENDE AMPLIAÇÃO DA REDE DE PROTEÇÃO ÀS MULHERES APÓS NOVOS DADOS SOBRE A VIOLÊNCIA EM MATO GROSSO
Os novos dados do 3º Anuário da Mulher de Mato Grosso acenderam um alerta sobre a violência contra as mulheres no estado. Embora o número total de mulheres assassinadas tenha apresentado uma pequena redução em 2025, os casos de feminicídio cresceram 13%, revelando que a violência motivada pela condição de gênero continua avançando.
Para a pré-candidata Flavinha, os números mostram que Mato Grosso precisa fortalecer, com urgência, a rede de proteção às mulheres, principalmente no interior do estado.
“Cada mulher que perde a vida representa uma família destruída. Não podemos tratar esses números como estatística. Precisamos agir antes que a violência chegue ao seu pior desfecho.”
Segundo o levantamento, 95 mulheres foram assassinadas em Mato Grosso em 2025. Destas, 53 foram vítimas de feminicídio, representando mais da metade das mortes registradas.
Outro dado que preocupa é o local onde esses crimes acontecem. Das 95 mortes, 47 ocorreram dentro da própria residência da vítima. Além disso, mais de 80% dos feminicídios foram praticados por companheiros ou ex-companheiros.
Para Flavinha, esses números reforçam a necessidade de ampliar políticas públicas permanentes de prevenção.
“Precisamos fortalecer a prevenção, ampliar o atendimento especializado, garantir acolhimento às vítimas e levar uma rede de proteção efetiva para os municípios do interior. Nenhuma mulher deve enfrentar a violência sozinha.”
O levantamento também coloca Mato Grosso entre os estados com maior taxa de feminicídio do país. O estado ocupa a terceira posição no ranking nacional, com taxa de 2,7 feminicídios para cada 100 mil mulheres.
Flavinha defende que segurança pública também passa pela proteção das mulheres e afirma que o enfrentamento à violência precisa reunir ações integradas entre assistência social, segurança, justiça, saúde e educação.
“Defender as mulheres é defender as famílias. Meu compromisso é trabalhar por políticas públicas que fortaleçam a prevenção, ampliem a rede de atendimento e garantam mais proteção para quem precisa recomeçar. Nenhuma mulher pode perder a vida por falta de apoio do Estado.”
