Ilde nega articulação de compra de voto em VG e diz que buscas não o ligaram a irregularidades

Ilde nega articulação de compra de voto em VG e diz que buscas não o ligaram a irregularidades
Publicidade 12
Compartilhe!

Ilde nega articulação de compra de voto em VG e diz que buscas não o ligaram a irregularidades

Conteúdo/ODOC – O presidente eleito da Câmara de Cuiabá, vereador Ilde Taques (Podemos), negou envolvimento em articulações ilegais na eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande após ser alvo de busca e apreensão em sua residência, na manhã desta terça-feira (20). Em nota, ele afirmou que recebeu os agentes com tranquilidade e colaborou com o cumprimento do mandado.

A medida integra a Operação Cathedra Venalis, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A investigação alcança 15 vereadores, sendo 13 de Várzea Grande e dois de Cuiabá.

Na manifestação encaminhada à imprensa, Ilde sustentou que as buscas não encontraram elementos que o vinculem a atividades irregulares. Essa é a versão apresentada pelo parlamentar sobre o resultado da diligência.

O vereador informou que ainda não teve acesso ao processo, que está sob sigilo, e alegou que essa restrição o impede de comentar os detalhes da apuração. Apesar disso, negou participação em negociações políticas ilegais relacionadas à disputa pelo comando do Legislativo várzea-grandense.

Ilde também afirmou que está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos e que manterá normalmente suas atividades na Câmara. Na nota, defendeu que a população tenha acesso a informações públicas e confiáveis sobre o caso.

Ele foi escolhido por unanimidade para presidir o Legislativo cuiabano, em votação realizada no dia 6 de outubro. Com o apoio dos 27 vereadores, assumirá o cargo em janeiro de 2027 para o biênio 2027/2028.

A operação do Gaeco cumpre 30 mandados de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. As ordens abrangem residências, veículos e buscas pessoais ligadas aos investigados.

O objetivo é reunir provas sobre suspeitas de crimes contra a administração pública na eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande. A apuração examina a possível atuação de uma organização criminosa na obtenção de vantagens indevidas, cooptação de agentes públicos e práticas de corrupção.

As suspeitas permanecem sob investigação.

Fonte: Política – O DOCUMENTO | Confira as principais notícias de Cuiabá, Mato Grosso e região (https://odocumento.com.br/ilde-nega-articulacao-de-compra-de-voto-em-vg-e-diz-que-buscas-nao-o-ligaram-a-irregularidades/)

Publicidade 14

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *