WF descarta “campanha ganha” e diz que pesquisa é retrato

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O senador analisou seu desempenho e afirmou que resultado das pesquisas requer mais trabalho

Andressa Anholete/Agência Senado

O senador Wellington Fagundes, pré-candidato ao Governo de Mato Grosso

O senador Wellington Fagundes, pré-candidato ao Governo de Mato Grosso

VITÓRIA GOMES
DA REDAÇÃO

O senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, afirmou que não considera a eleição definida, apesar de liderar todas as pesquisas de intenção de voto divulgadas até o momento.

 

Isso é um estímulo a mais para estar trabalhando, mas não posso nem imaginar e nem aceitar que campanha pode estar ganha

Para ele, os levantamentos refletem apenas um recorte temporário do cenário político e não garantem vitória antecipada.

 

Hoje, além de Wellington, os pré-candidatos à sucessão do Palácio Paiaguás são: o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), a médica Natasha Slhessarenko (PSD) e o senador Jayme Campos (União).

 

“As pesquisas são fotografias de momento. Eu fico muito animado, lisonjeado, agradecido à população, porque está colocando o meu nome de forma bem consolidada em todas as pesquisas como primeiro. Isso é um estímulo a mais para estar trabalhando, mas não posso nem imaginar e nem aceitar que campanha pode estar ganha antes da hora”, disse em entrevista ao MidiaNews.

O senador afirmou que a experiência o leva a tratar o processo eleitoral com cautela, pois, para ele, bons números nas pesquisas aumentam a responsabilidade de intensificar o trabalho político para manter o  bom desempenho.

 

“Eu tenho total experiência e humildade para entender que política é igual garimpo. Você só conhece depois da apuração”, disse.

 

Segundo ele, a estratégia é ampliar a presença nas bases e manter diálogo direto com a população. Wellington também apresentou linhas gerais do projeto que pretende defender na disputa, destacando a necessidade de enfrentar desigualdades no Estado.

 

Para ele, a concentração de renda é hoje um dos principais problemas de Mato Grosso.

 

Ele disse ainda que pretende conciliar o mandato no Senado com a pré-campanha este ano, dividindo o tempo entre Brasília e o Estado, mas sem se afastar das comunidades.

“Quero continuar nessa linha, trabalhando muito com a divisão de tempo também, porque sou senador, tenho que estar em Brasília também, e com ações das mais variadas, mas o máximo presente também junto às comunidades, até para saber como está a realidade do momento, cada dia mais aprender”, disse.

 

Wellington ressaltou que aposta na construção coletiva e na formação de uma equipe técnica desde agora, tanto para a campanha quanto para uma eventual gestão.

 

“A gente não nasce sabendo e também não faz nada sozinho. Minha posição sempre é essa de trabalhar como sempre fiz, procurando fazer contatos para que eu possa ter uma equipe muito competente, não só na campanha, mas com perspectiva também de administrar o Estado”.

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