Barbudo contesta R$ 525 bilhões do Plano Safra e ataca Governo Lula

Barbudo contesta R$ 525 bilhões do Plano Safra e ataca Governo Lula
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Em publicação nas redes sociais, Barbudo reclamou e acusou o Governo Federal de promover uma grande mentira envolvendo o investimento ao setor agropecuário.

Gabriel Rodrigues

O deputado federal, Nelson Barbudo (Podemos), criticou duramente o governo do presidente da República Lula (PT) pelo Plano Safra estimado em R$ 525 bilhões para a agricultura, alegando que a medida não supre a necessidade do produtor, além da alta taxa de juros para a tomada de um financiamento.

Mário Agra/Câmara dos Deputados

 Deputado federal Nelson Barbudo

Em publicação nas redes sociais, Barbudo reclamou e acusou o Governo Federal de promover uma grande mentira envolvendo o investimento ao setor agropecuário: “Anuncia um Plano Safra, mas com um juro de 15%, chegando, em alguns casos, a 22%. Isso não é Plano Safra, isso é ‘Plano Roubo, Plano Assassinato'”.

Barbudo, que faz parte da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a chamada bancada ruralista, sinalizou a intenção de criar uma subcomissão dentro da Comissão de Agricultura na Câmara Federal, para que o Governo Federal preste contas e dialogue com produtores antes do lançamento do plano, visando uma melhor costura entre que as duas partes.

“Eu quero criar uma subcomissão na Comissão da Agricultura, ter uma subcomissão onde os membros do governo que fazem, que bolam o escopo do Plano Safra, venham trazer para a gente debater se está de acordo com os agricultores, de acordo com o agronegócio, ou se está como dessa vez, com muita mentira”, disparou ele, mirando no novamente em Lula por ter faltado ao lançamento da Plano Safra 2026/2027 mesmo o setor sendo essencial para a economia brasileira.

Em Mato Grosso, o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), Lucas Beber, sinalizou que esperava algo na casa de R$ 650 bilhões, além de uma taxa de juros mais acessível na casa de um digito, medida que não ocorreu. Dos R$ 525 bilhões, R$ 384,9 bilhões serão destinados ao custeio e à comercialização (despesas essenciais), enquanto outros R$ 140 bilhões serão direcionados aos investimentos (modernização, a ampliação da capacidade de armazenagem, a irrigação, a inovação tecnológica, a renovação de máquinas e equipamentos).

Veja o vídeo

 

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