Saiba quem é o DJ de Cuiabá alvo de duas operações no mesmo dia contra drogas sintéticas

Saiba quem é o DJ de Cuiabá alvo de duas operações no mesmo dia contra drogas sintéticas
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Saiba quem é o DJ de Cuiabá alvo de duas operações no mesmo dia contra drogas sintéticas

Conteúdo/ODOC – O DJ Tiago Moreira da Cunha Júnior, conhecido como DJ Tigas, foi alvo de duas operações policiais deflagradas na manhã desta sexta-feira (6) que investigam o tráfico de drogas sintéticas em festas eletrônicas na Grande Cuiabá. O artista, que estava escalado para se apresentar em um evento no próximo fim de semana no Parque Atalaia, acabou no centro das investigações.

As ações fazem parte das operações Convergência e Last Loop, que têm como foco desarticular grupos suspeitos de distribuir entorpecentes em eventos do gênero.

Na Operação Convergência, a Polícia Civil cumpriu nove ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão e quatro de busca e apreensão. A investigação começou em abril de 2025, após a prisão de dois homens em Várzea Grande com diversas drogas, entre elas LSD, ecstasy, MDMA, maconha e cocaína.

Já a Operação Last Loop cumpriu seis mandados de prisão e seis de busca e apreensão. Segundo a Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), o DJ atuaria como organizador de festas eletrônicas e teria contribuído para criar um ambiente favorável à venda de drogas como MDMA, LSD, cannabis e cocaína durante os eventos.

Essa não é a primeira vez que DJ Tigas se envolve em investigação policial. Em 2021, ele já havia sido alvo de mandado de prisão em um condomínio na região do Lago do Manso.

O DJ estava anunciado como uma das atrações de uma festa marcada para sábado (7) e domingo (8), no Parque Atalaia, em Cuiabá.

Saiba quem é o DJ de Cuiabá alvo de duas operações no mesmo dia contra drogas sintéticas

Esquema organizado

De acordo com as investigações, os suspeitos escolhiam propositalmente festas eletrônicas como cenário para o comércio de drogas sintéticas. Os indícios apontam que o grupo possuía uma estrutura organizada e atuava de forma contínua na distribuição dos entorpecentes.

A polícia também identificou estratégias usadas para dificultar o rastreamento do dinheiro obtido com a venda das drogas. Os pagamentos eram feitos, principalmente, por transferências via Pix, utilizando contas de empresas ou de terceiros — os chamados “laranjas”.

Além do tráfico de drogas, a investigação também aponta que alguns dos envolvidos podem ter participação na negociação ilegal de armas de fogo, o que amplia a gravidade dos crimes apurados.

Fonte: Policial – O DOCUMENTO | Confira as principais notícias de Cuiabá, Mato Grosso e região (https://odocumento.com.br/saiba-quem-e-o-dj-de-cuiaba-alvo-de-duas-operacoes-no-mesmo-dia-contra-drogas-sinteticas/)

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