“Vamos para o embate; acho ótimo ter muitos candidatos”, diz WF
Ele citou acordo com Mauro Mendes em 2022, mas disse que ele se finda com saída do gestor do Governo
Victor Ostetti/MidiaNews
O senador Wellington Fagundes, que se apresenta como pré-candidato ao Paiguás
CÍNTIA BORGES
DA REDAÇÃO
Pré-candidato ao Palácio Paiaguás, o senador Wellington Fagundes (PL) disse que está pronto para enfrentar qualquer candidato na disputa eleitoral que ocorre em outubro.
Quem for o candidato agora, é natural: vamos pro embate! Quanto mais candidato tiver é melhor pro eleitor
“Quem for o candidato agora, é natural: vamos pro embate! Quanto mais candidato tiver é melhor pro eleitor, que terá mais oportunidade de discutir e ouvir. Eu acho ótimo que tenham muitos candidatos”, disse.
A declaração foi dada ao Programa Roda de Entrevista da TV Cultura, quando Wellington respondia sobre a aliança que fez com o governador Mauro Mendes (União) na eleição de 2022.
À época, Wellington tentava a reeleição ao Senado e Mendes ao Governo do Estado. O senador revelou que a aliança feita na eleição diz respeito apenas à gestão Mauro Mendes e sinalizou que pode romper o compromisso se o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assumir o Estado.
Pivetta é o candidato de Mendes a sua sucessão e deve assumir a gestão em abril, quando Mendes renuncia ao cargo para disputar uma das duas vagas ao Senado Federal.
Wellington lembrou que em 2022 aproximou Mendes do maior líder do PL, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e que tem ajudado, por meio de encaminhamento de emendas parlamentar, o Estado de Mato Grosso.
“Eu fiz compromissos e apoiei o governo do Mauro. Quando o presidente Bolsonaro disse que não aceitava apoiar o Mauro, nós fomos convencê-lo. […] Nem o Mauro e nenhum prefeito podem dizer que o Wellington deixou de ajudar em qualquer coisa”, disse.
“[…] Agora, nosso compromisso foi da eleição passada até o dia que o Mauro for governador. Se o Mauro resolver renunciar no dia 4 de abril, aí teremos uma outra conversa. Se o Mauro resolver continuar como governador até o final do ano estaremos o apoiando. Por quê? Porque o Mauro não pode ser candidato à reeleição”, completou.
Wellington Fagundes tem evitado falar sobre alianças partidárias para o pleito, e sintetiza dizendo que primeiro “organizará o PL”.

